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Ver ProdutoA Pesca & Companhia Trade Show 2026 comemora duas décadas de existência com uma edição histórica, consolidando-se como o principal evento do setor de pesca amadora e esportiva no Brasil. Realizado em um espaço ampliado, o evento reúne expositores nacionais e internacionais, apresentando as últimas novidades em equipamentos, tecnologias e soluções para pescadores de todos os níveis. A feira também destaca a importância da sustentabilidade e da preservação dos recursos naturais, temas cada vez mais presentes no universo da pesca esportiva.
Além da exposição comercial, a Pesca & Companhia Trade Show oferece uma programação diversificada com palestras, workshops e demonstrações práticas que atraem tanto profissionais quanto entusiastas. Especialistas renomados discutem técnicas avançadas, manejo responsável e inovação no segmento, promovendo o intercâmbio de conhecimento e o fortalecimento da comunidade pesqueira. A edição de 2026 também celebra parcerias estratégicas com órgãos ambientais e entidades do setor, reforçando o compromisso com a pesca consciente e a conservação dos ecossistemas aquáticos.
O evento histórico de 20 anos representa um marco para o mercado nacional, que tem crescido significativamente nos últimos anos, impulsionado pelo interesse crescente dos brasileiros pela pesca esportiva. A Pesca & Companhia Trade Show 2026 não apenas celebra o passado, mas também projeta o futuro do setor, estimulando o desenvolvimento sustentável e a valorização da cultura da pesca no país. Para os apaixonados pela atividade, a feira é uma oportunidade única de atualização, networking e contato direto com as principais tendências do mercado.
O Ministério Público Federal (MPF) e o Ministério Público de Roraima (MPRR) intensificaram esforços para regularizar a prática da pesca esportiva na Reserva de Desenvolvimento Sustentável (RDS) localizada em Roraima. A iniciativa visa assegurar a proteção ambiental da região, conciliando a atividade pesqueira com a conservação dos recursos naturais locais. A medida representa um avanço importante para a gestão sustentável da pesca na área, que abriga uma biodiversidade significativa e é procurada por pescadores amadores e esportivos de diversas regiões.
A atuação conjunta dos órgãos públicos busca estabelecer normas claras para o exercício da pesca esportiva, promovendo tanto o controle quanto a fiscalização das atividades. Entre as ações previstas estão a definição de limites para captura, o uso de equipamentos permitidos e a implementação de licenças específicas, garantindo que a prática seja realizada de forma responsável e legal. Essa regulamentação é fundamental para evitar a sobrepesca e o impacto negativo sobre as espécies aquáticas, preservando o equilíbrio ecológico da reserva.
Para os entusiastas da pesca esportiva, a iniciativa do MPF e do MPRR representa uma oportunidade de desfrutar do esporte com maior segurança jurídica e ambiental. A regularização contribui para a valorização da pesca sustentável como atividade de lazer e turismo, potencializando o desenvolvimento econômico local sem comprometer a integridade dos ecossistemas. Assim, a reserva de Roraima pode se consolidar como um destino de referência para pescadores que buscam experiências responsáveis e alinhadas à conservação ambiental.
O governo estadual estabeleceu novas regulamentações para a prática da pesca esportiva, visando organizar e preservar os recursos naturais da região. A medida inclui normas específicas sobre períodos de defeso, tamanhos mínimos para captura e áreas permitidas, garantindo a sustentabilidade da atividade. Além disso, o controle rigoroso busca coibir a pesca predatória, promovendo um ambiente equilibrado para peixes e pescadores amadores.
Com a regulamentação, o estado também aposta no fortalecimento do turismo local, atraindo entusiastas da pesca esportiva de diferentes regiões do país. A padronização das regras oferece mais segurança e qualidade na experiência dos pescadores, estimulando o desenvolvimento econômico por meio de serviços turísticos, como guias especializados, hospedagem e comércio regional. Essa iniciativa contribui para a valorização ambiental e cultural das comunidades ribeirinhas.
Especialistas destacam que a nova legislação representa um avanço significativo para a pesca esportiva, consolidando a atividade como um importante vetor de sustentabilidade ambiental e geração de renda. A expectativa é que, com o monitoramento constante e a educação ambiental, a região se torne referência nacional, harmonizando lazer e conservação dos ecossistemas aquáticos. O compromisso governamental demonstra atenção à preservação dos recursos naturais aliados ao progresso econômico local.
O Sampi Campinas, tradicional torneio de pesca amadora, reuniu competidores de diversas cidades na praia de Boraceia, litoral norte de São Paulo. O evento atraiu pescadores apaixonados pela modalidade esportiva, que disputaram em busca dos maiores exemplares e da melhor técnica durante os dias de competição. Além do aspecto competitivo, o torneio promoveu a integração entre os participantes e o fortalecimento da cultura da pesca esportiva na região.
Organizado por uma equipe experiente, o Sampi Campinas contou com regras claras e fiscalização rigorosa para garantir a sustentabilidade do ecossistema local. Os competidores utilizaram técnicas variadas, priorizando o manejo adequado dos peixes e o respeito às normas ambientais vigentes. A diversidade de espécies capturadas foi um dos destaques da edição, demonstrando a riqueza da fauna aquática do litoral paulista.
O sucesso do torneio reforça a importância de eventos como este para a valorização da pesca esportiva no Brasil. Além de proporcionar momentos de lazer e competição saudável, o Sampi Campinas estimula práticas sustentáveis e a conscientização ambiental entre os pescadores amadores. Espera-se que futuras edições ampliem ainda mais a participação regional, consolidando a festa da pesca como um dos principais eventos do calendário esportivo local.
O Ministério do Patrimônio Aquático (MPA) concluiu sua participação na 15ª Conferência das Partes (COP15) com um painel dedicado à mitigação da captura incidental de pequenos cetáceos. O evento reforçou a importância de estratégias eficazes para reduzir os impactos negativos da pesca sobre espécies marinhas vulneráveis, especialmente golfinhos e botos, que frequentemente são vítimas não intencionais das redes de pesca. A iniciativa evidencia o compromisso do Brasil com práticas pesqueiras sustentáveis e a preservação da biodiversidade marinha, temas essenciais para a manutenção do equilíbrio dos ecossistemas aquáticos.
Durante o painel, especialistas apresentaram tecnologias e métodos inovadores para minimizar a captura acidental, como dispositivos de exclusão e técnicas de manejo das artes de pesca. A discussão também abordou a necessidade de fortalecer a fiscalização e promover a conscientização entre os pescadores amadores e profissionais, ressaltando o papel fundamental da colaboração entre governo, cientistas e comunidades pesqueiras. O MPA destacou que o sucesso dessas medidas depende da integração de políticas ambientais com o desenvolvimento econômico do setor pesqueiro.
Para os pescadores amadores e esportivos, essa iniciativa reforça a responsabilidade de adotar práticas que respeitem a vida marinha e contribuam para a sustentabilidade dos recursos. A mitigação da captura incidental é crucial para garantir a longevidade das espécies e a qualidade da pesca no Brasil, impactando diretamente a pesca esportiva, que depende de ambientes saudáveis e biodiversos. A participação do MPA na COP15 demonstra um avanço significativo na busca por soluções que conciliem atividade pesqueira e conservação ambiental, beneficiando toda a cadeia produtiva e os amantes do esporte.