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Ver ProdutoA Câmara dos Deputados avançou recentemente na aprovação de um importante acordo internacional voltado ao combate da pesca ilegal, prática que afeta negativamente os ecossistemas marinhos e a sustentabilidade dos recursos pesqueiros no Brasil. A iniciativa reforça o compromisso do país em aderir a normas globais que visam coibir atividades não regulamentadas e não declaradas, protegendo tanto a biodiversidade quanto os pescadores que atuam de forma legal e responsável.
O acordo prevê mecanismos de fiscalização compartilhada, troca de informações entre países signatários e aplicação de penalidades mais rigorosas para embarcações flagradas em atividades ilícitas. Para os pescadores amadores e esportivos, essa medida representa um avanço significativo, pois contribui para a preservação das espécies e para a manutenção dos estoques pesqueiros, garantindo a continuidade das práticas sustentáveis e o equilíbrio ambiental nas regiões costeiras e interiores.
Além dos benefícios ambientais, o fortalecimento do combate à pesca ilegal também traz impactos econômicos positivos, uma vez que protege a cadeia produtiva da pesca e promove a valorização do setor. A aprovação desse acordo na Câmara sinaliza que o Brasil está alinhado às melhores práticas internacionais, criando um ambiente mais seguro e regulado para todos que dependem dos recursos aquáticos para lazer, esporte ou subsistência.
O 6º lote de pagamentos do Seguro-Defeso foi liberado nesta terça-feira, beneficiando mais de 110 mil pescadores em todo o Brasil. O benefício é fundamental para garantir a subsistência desses trabalhadores durante o período de defeso, quando a pesca é suspensa para preservar as espécies e garantir a sustentabilidade dos estoques pesqueiros. O pagamento assegura o sustento das famílias envolvidas na atividade pesqueira, contribuindo para a manutenção das comunidades tradicionais e a proteção dos recursos naturais.
O Seguro-Defeso é um instrumento de política pública que visa proteger os pescadores artesanais durante os meses em que a pesca é proibida por legislações ambientais, respeitando os ciclos reprodutivos dos peixes. Com o pagamento deste mês, os beneficiários poderão manter suas despesas básicas enquanto aguardam o retorno da temporada de pesca. Essa medida reforça a importância da conciliação entre a atividade econômica e a conservação ambiental, fundamental para a pesca sustentável no país.
Para receber o benefício, os pescadores devem estar devidamente cadastrados no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e comprovar a atividade pesqueira. O Governo Federal, por meio do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), realiza os pagamentos que variam conforme a região e o histórico do pescador. A continuidade do Seguro-Defeso é essencial para garantir a segurança alimentar, a preservação dos ecossistemas aquáticos e o fortalecimento da pesca artesanal brasileira, atividade que tem grande relevância cultural e econômica.
O Ministério do Meio Ambiente, por meio do Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), marcou presença na cerimônia de abertura da COP15 sobre espécies migratórias, realizada em Campo Grande (MS). O evento internacional reúne representantes de diversos países para discutir estratégias de conservação e manejo sustentável de espécies que percorrem grandes distâncias, tema diretamente relacionado à biodiversidade aquática e à pesca esportiva. A participação brasileira ressalta o compromisso do país em proteger ecossistemas essenciais para a reprodução e migração de peixes e outras espécies aquáticas.
Durante a COP15, foram abordadas questões cruciais para a sustentabilidade da pesca amadora e esportiva, como a preservação de habitats naturais, o combate à pesca predatória e o fortalecimento de políticas públicas que promovam o equilíbrio ambiental. A presença do MPA reforça a importância de integrar esforços nacionais e internacionais para assegurar a continuidade das espécies migratórias, fundamentais para a manutenção das atividades pesqueiras e para o equilíbrio dos rios e mares brasileiros. Os debates ressaltaram a necessidade de monitoramento constante e cooperação entre os países signatários.
Para os pescadores amadores e esportivos, a COP15 representa uma oportunidade única para entender as políticas e ações que impactam diretamente a disponibilidade e saúde das espécies migratórias no Brasil. O MPA destacou que a gestão responsável e a conscientização ambiental são pilares para garantir a prática sustentável da pesca, protegendo os recursos naturais para as futuras gerações. O evento reforça a importância do diálogo entre governo, sociedade civil e setor pesqueiro para promover a conservação e o uso racional das águas brasileiras.
O sexto lote do seguro-defeso será disponibilizado na próxima terça-feira, beneficiando milhares de pescadores artesanais que dependem dessa importante assistência financeira durante o período de defeso. O seguro-defeso é um direito garantido por lei, que assegura a renda dos trabalhadores durante a proibição da pesca para a reprodução das espécies, contribuindo para a conservação dos recursos pesqueiros e para a sustentabilidade da atividade pesqueira. O pagamento regular do benefício é fundamental para que os pescadores possam cumprir as restrições sem comprometer o sustento de suas famílias.
Essa nova liberação do seguro-defeso contempla trabalhadores inscritos no Cadastro Nacional de Informações Sociais (CNIS) e que estejam com a documentação regularizada junto ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). O pagamento visa garantir a continuidade da pesca amadora e esportiva, respeitando as normas ambientais e o calendário das espécies protegidas. Para os pescadores, é essencial acompanhar os prazos e se manterem atentos às atualizações oficiais para evitar atrasos e eventuais impedimentos no recebimento do benefício.
Para os entusiastas da pesca, o seguro-defeso representa também um mecanismo que reforça a responsabilidade ambiental e a valorização do setor. A preservação dos peixes em seu período de reprodução assegura a manutenção dos estoques pesqueiros, beneficiando tanto os profissionais quanto os praticantes amadores. Dessa forma, o pagamento do seguro-defeso não só protege o sustento dos pescadores, mas também contribui para a perpetuação da atividade e para o equilíbrio dos ecossistemas aquáticos no Brasil.
O Ibama anunciou recentemente a classificação do pirarucu (Arapaima gigas) como espécie invasora fora da Bacia Amazônica, decisão que autoriza o abate da espécie nessas regiões. Reconhecido como um dos maiores peixes de água doce do mundo e símbolo da pesca esportiva amazônica, o pirarucu, quando introduzido em outros biomas, pode causar desequilíbrios ecológicos significativos. A medida visa proteger os ecossistemas locais que não estão adaptados à presença dessa espécie, evitando impactos ambientais adversos e prejuízos à biodiversidade regional.
Essa decisão traz importantes implicações para pescadores amadores e profissionais em estados fora da Amazônia, onde o pirarucu vem sendo cultivado ou encontrado em ambientes naturais. Com a liberação do abate, o Ibama permite o controle populacional do peixe em áreas não nativas, promovendo a conservação dos habitats locais. Para o setor da pesca esportiva, a medida reforça a necessidade de práticas responsáveis e o respeito às normas ambientais, uma vez que a introdução indevida de espécies pode comprometer o equilíbrio dos ecossistemas e a sustentabilidade da atividade.
Além do aspecto ambiental, a medida também impacta a economia ligada à pesca do pirarucu em regiões não amazônicas, onde o peixe ganhou popularidade nos últimos anos. O controle populacional poderá limitar a expansão da espécie, mas também abrir espaço para ações de manejo e exploração sustentável em seu ambiente natural. O Ibama reforça a importância do manejo adequado e a fiscalização para evitar a introdução e proliferação do pirarucu fora da sua área de ocorrência natural, garantindo a proteção dos recursos pesqueiros e a conservação ambiental no Brasil.